Autor Tópico: Vínculo de Sangue  (Lida 14635 vezes)

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Offline MS2010

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #45 em: Agosto 18, 2011, 20:38:49 pm »
Então não se nota....  :P
A ler: Guerra dos Tronos , de George R.R. Martin (PT) ;

Para ler: A República, de Platão (PT); Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins (PT); Brave New World by Aldous Huxley (BE version)

Offline miah

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #46 em: Agosto 19, 2011, 03:39:15 am »
Aqui vai:  ;D
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Também já tinha visto as capas e embora goste da do quarto volume, esta também é a minha preferida... :D

Offline Morrighan

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #47 em: Setembro 30, 2011, 19:55:00 pm »

Offline Smirlah

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #48 em: Dezembro 26, 2011, 21:06:01 pm »
Gostei bastante deste volume. Cativou-me mais do que o primeiro (curiosamente faz um ano que o li) e fiquei com vontade de ler o próximo, coisa com que o outro não me deixou.

O que não gostei foi a tradução.  :-\

Primeiro não gostei nas opções de certas palavras que o tradutor escolheu pois achei que ficavam um bocado deslocadas em alguns pontos.  A preferência pelo ''pagado'' em relação ao ''pago'' e semelhantes é outra que me faz muito impressão.

Depois, os diálogos muitas vezes me soaram estranhos. Eu, pessoalmente, não trato ninguém (salvo raras excepções de formalidade) por você e conheço muitas poucas pessoas que o façam. Quando somos mais formais em vez de dizermos ''Você por acaso tem um lápis?'' dizemos ''O João/senhor por acaso tem um lápis?''. Utilizamos os nomes das pessoas, títulos, senhor/senhora, etc., em vez de ''você''. Houve vezes que a formalidade do ''você'' também era dispensada podendo-se usar o ''tu''. Outras, simplesmente se pode omitir o pronome. No entanto, compreendo que seja algo difícil de traduzir uma vez que o em inglês o ''you'' serve paras as duas formas.

Finalmente, ainda me deparei com vários erros de concordância de verbos (uma vez até foram trocados os verbos e foi utilizado ''vir'' no lugar de ''vier'', numa frase do género ''se ele vier aqui''). Também houve algumas vezes em que me deparei com a falta de um verbo, preposição ou determinante na frase. No entanto, se estas são falhas do revisor ou do tradutor não sei pelo que não atribuo culpas a nenhum deles em particular.
« Última modificação: Dezembro 26, 2011, 23:24:14 pm por Smirlah »

Offline MS2010

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #49 em: Dezembro 26, 2011, 22:12:40 pm »
Gostei bastante deste volume. Cativou-me mais do que o primeiro (curiosamente faz um ano que o li) e fiquei com vontade de ler o próximo, coisa com que o outro não me deixou.

O que não gostei foi a tradução.  :-\

Primeiro não gostei nas opções de certas palavras que o tradutor escolheu pois achei que ficavam um bocado deslocadas em alguns pontos.  A preferência pelo ''pagado'' em relação ao ''pago'' e semelhantes é outra que me faz muito impressão.

Depois, os diálogos muitas vezes me soaram estranhos. Eu, pessoalmente, não trato ninguém (salvo raras excepções de formalidade) por você e conheço muitas poucas pessoas que o façam. Quando somos mais formais em vez de dizermos ''Você por acaso tem um lápis?'' dizemos ''O João/senhor por acaso tem um lápis?''. Utilizamos os nomes das pessoas, títulos, senhor/senhora, etc., em vez de ''você''. Houve vezes que a formalidade do ''você'' também era dispensada podendo-se usa o ''tu''. No entanto, compreendo que seja algo difícil de traduzir uma vez que o em inglês o ''you'' serve paras as duas formas.

Finalmente, ainda me deparei com vários erros de concordância de verbos (uma vez até foram trocados os verbos e foi utilizado ''vir'' no lugar de ''vier'', numa frase do género ''se ele vier aqui''). Também houve algumas vezes em que me deparei com a falta de um verbo, preposição ou determinante na frase. No entanto, se estas são falhas do revisor ou do tradutor não sei pelo que não atribuo culpas a nenhum deles em particular.


O autor traduziu por exemplo: pagado , no particípio passado porque com o verbo auxiliar "ter", o particípio é regular: ou seja, por exemplo: tenho pagado.

"De regra, a forma regular emprega-se na constituição dos tempos da VOZ ACTIVA, isto é, acompanhada dos auxiliares ter ou haver; a irregular usa-se, de preferência, na formação dos tempos da VOZ PASSIVA, ou seja, acompanhada do auxiliar ser.»"

 http://ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=20903 - Fonte

           
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Offline Misa

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #50 em: Dezembro 26, 2011, 23:03:33 pm »
Por acaso a minha favorita é a do Bone Crossed (é o 4º e vai chamar-se Cruz de Ossos), acho que está mesmo apelativa e bonita. Nota-se a força e o poder da personagem. Adoro a Mercy. :)

As capas, na generalidade, não estão nada más, pelo contrário, até estão muito boas (o que, tendo em conta que são americanas, é dizer muito). Mas acho que falta qualquer coisinha à nossa Mercy do 4º volume. Já no 5º volume, acho que ela está perfeita, daí adorar aquela capa.

Offline Smirlah

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #51 em: Dezembro 26, 2011, 23:36:04 pm »
O autor traduziu por exemplo: pagado , no particípio passado porque com o verbo auxiliar "ter", o particípio é regular: ou seja, por exemplo: tenho pagado.

"De regra, a forma regular emprega-se na constituição dos tempos da VOZ ACTIVA, isto é, acompanhada dos auxiliares ter ou haver; a irregular usa-se, de preferência, na formação dos tempos da VOZ PASSIVA, ou seja, acompanhada do auxiliar ser.»"

 http://ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=20903 - Fonte

Como poderás ter reparado, eu não disse que a opção de tradução do autor estava errada. Disse que tenho preferência pela outra opção. Caso tenhas lido todo o artigo que citaste poderás também ter reparado que em diversos verbos o uso do particípio irregular nessas situações é mais frequente que o uso do regular. O verbo ''pagar'' é um desses exemplos.

Offline Mónica Silva

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Re: Vínculo de Sangue
« Responder #52 em: Novembro 09, 2012, 23:29:43 pm »
A minha opinião:

Mais uma vez, Patricia Briggs não desilude. Esta obra traz um mistério ainda mais macabro do que o anterior, envolvendo mortes, feitiçaria e possessões demoníacas. Neste volume o leitor aprende mais sobre o universo de Mercy Thompson à medida que se embrenha cada vez mais na mitologia desta saga.
A protagonista, Mercy Thompson é uma das melhores heroínas que já tive o prazer de acompanhar numa leitura. Numa voz mordaz e sarcástica, a sua visão do mundo é sempre humorística e honesta. No entanto, são os lobisomens Adam e Samuel que elevam a sensualidade neste livro e proporcionam a Mercy um dilema amoroso bastante complexo. Deverá ela optar por ser submissa e render-se à sua atração por Adam ou reacender a velha chama do seu amor por Samuel, um amor que rejeitou no passado? E no meio desta confusão romântica surge Stefan, o vampiro que Mercy considera ser impossível que tenha sentimentos – mas será assim tão improvável que Stefan sinta algo por ela? É a interação entre estas personagens que deixam o leitor colado às páginas deste livro. 
É impossível o leitor não ficar viciado nesta saga: não é apenas a resolução do mistério que me prendeu à estória mas sim a dinâmica entre as personagens fascinantes que habitam no mundo de Mercy. Mal posso esperar por saber o que o futuro reserva para Mercy (e já agora, para os seus – obviamente tão cativantes – pretendentes)!

Opinião originalmente publicada em: http://howtoliveathousandlives.blogspot.pt/2012/11/vinculo-de-sangue-de-patricia-briggs.html