Autor Tópico: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker  (Lida 11702 vezes)

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Offline Ammar Ibn Khairin

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #30 em: Outubro 07, 2011, 23:05:50 pm »
Aqui temos a opinião da P7: ;)

Opinião: Este livro lê-se como uma fábula, mas não necessariamente uma para crianças, por apresentar alguns conceitos mais maduros e macabros. No entanto, consigo imaginar o meu eu naquela idade entre a infância e a adolescência a ler este livro e a ficar fascinada pelas ideias expostas e pela imaginação vívida do autor.


Harvey Swick é um rapaz que, num aborrecido Fevereiro, deseja divertir-se. Surge-lhe um estranho, Rictus, que o leva para a casa do Senhor Hood, a Casa de Férias. Nesta, todos os dias comportam as quatro estações do ano, todas as crianças se podem divertir enquanto quiserem, tudo aquilo que quiserem lhes é fornecido.


Mas numa casa assim, será que tudo é o que parece? Harvey é um rapaz de 10 anos bem esperto, que começa a perceber que nem tudo está bem, e apercebe-se daquilo que está escondido por trás da fachada da casa.


Gostei muito quando o Harvey se viu obrigado a voltar à Casa, para roubar o que lhe fora roubado, acabando por dar razão de ser ao título do livro. E gostei das maneiras imaginativas como ele lidou com os obstáculos que se lhe opunham.


O livro é curto, mas funciona muito bem assim. Não achei em momento algum que faltasse algo à história. Aquilo que o autor decidiu pôr em texto é intrigante, a sua imaginação é excitante e as ideias que transmite com a história fazem realmente pensar. Acabei o livro a pensar que terei de ler qualquer coisa do autor mais longa, porque fiquei mesmo curiosa para ler mais qualquer coisa dele.

http://p7-books.blogspot.com/2011/09/o-ladrao-da-eternidade-clive-barker.html

Offline Ammar Ibn Khairin

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #31 em: Outubro 18, 2011, 04:07:34 am »
O Ladrão da Eternidade - Crítica no blogue Pedacinho Literário

Escrito como uma história algo macabra de encantar, O Ladrão da Eternidade foi, para mim, uma estreia bastante aprazível no estilo único e peculiar de Clive Barker e que, em última análise, deixou um gostinho bem apetecível por querer descobrir mais sobre o autor e a sua respectiva obra.
Dotado de personagens, embora jovens, incrivelmente reais, cenários legítimos de um sonho de menino e um enredo simples mas que, no fundo, alberga muito mais que uma mera fábula, este é um livro que não só se devora à velocidade da luz como, no final, deixa vontade para uma nova leitura.

Harvey Swick é um comum menino de dez anos que, ultimamente, tem vindo a encarar os seus dias com uma certa e desagradável monotonia. Como que ouvindo os seus longos suspiros e pensamentos longínquos, Rictus, um homem estranho de sorriso contagiante, entra-lhe a voar no quarto com uma proposta que dificilmente Harvey conseguirá recusar - aparentemente, ele foi um dos seleccionados para ingressar na Casa de Férias, uma mansão divinal ondas as crianças se limitam a passar o tempo entre inúmeras brincadeiras e a concretização de todos os seus mais íntimos e avassaladores sonhos. Morto de curiosidade, Harvey decide aceitar o convite, no entanto... nem tudo é o que parece e se, inicialmente, a Casa de Férias dava a sensação de ser o paraíso na Terra então, mais tarde, talvez se torne num autêntico Inferno sem escapatória possível. Uma das duas será de certeza... mas qual?

A simplicidade, fluidez e estilo de escrita do autor são o que fazem desta pequena pérola do fantástico um livro obrigatório no reportório de leitura de todo o verdadeiro entusiasta e amante de Fantasia. A magia que envolve os cenários apresentados, conferindo-lhe uma atmosfera mística e apelativa tanto aos mais novos que sonham com tais lugares imaginados como aos mais velhos que aproveitam a oportunidade para recordar tempos passados, é um dos pontos fortes da obra uma vez que serve de principal guia ao desenvolvimento da mesma.

As personagens são deliciosas na sua inocência e perspicácia maldosa, colocando assim parcialmente de parte a máxima óbvia do bem vs. mal e fazendo pleno uso de cada uma das capacidades, objectivos e desejos das várias personalidades presentes ao longo da trama. Sendo uma narrativa baseada na coragem e anseios de uma criança de dez anos, é normal que esse conceito comum deste género de obras se encontre presente no enredo, contudo, ocasionalmente, descobre-se um pouco camuflado por personagens dúbias e até, por vezes, revolucionariamente estranhas, o que oferece um tom bastante interessante a todo o espaço e locais retratados.
Gostei muito de Harvey por este não só oferecer ao leitor a esperteza e bisbilhotice normais de um menino da sua idade como também, e principalmente, ao descobrir o que realmente se passa, ter a determinação de voltar à Casa de Férias em busca do que lhe foi roubado e assim... proporcionar um nome ao seu criador que se adequa na perfeição ao título por ele escolhido.

Clive Barker foi ardilosamente inteligente ao escrever O Ladrão da Eternidade tanto como uma fábula que um pai pode ler ao seu filho perto da hora de deitar como, de igual modo, uma história estimulante, misteriosa e perturbadora para um adulto que ainda guarde um bocadinho da criança que foi um dia, dentro de si. Um livro que serve de entretenimento para todo o tipo de leitor e idade, e que transporta nas suas páginas uma mensagem muito forte da qual todos nós deveríamos de ter conhecimento: os desejos fazem parte da vida... mas temos de ser capazes de lutar por eles, ultrapassar todos os obstáculos e nunca desistir por parecer difícil alcançá-los, contudo, também temos de possuir a delicadeza e cuidado naquilo por que tanto ansiamos.
Mais uma excelente e imperdível aposta da Saída de Emergência, num autor que em Portugal ainda vai dar muito que falar...
Para seguir no blogue Pedacinho Literário.

http://pedacinho-literario.blogspot.com/2011/10/o-ladrao-da-eternidade-clive-barker.html

Offline Ammar Ibn Khairin

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #32 em: Novembro 16, 2011, 16:30:05 pm »
O Ladrão da Eternidade - Crítica no blogue Segredo dos Livros
 

Peculiarmente bizarra, a história de O Ladrão da Eternidade é, na sua essência, uma estranha lição de quem tudo quer tudo perde para os mais novos. No geral, aparte a bizarria e universo imaginário negros que imperam neste livro e são, efectivamente, dignos de aplauso, não nos traz nada de novo.

Clive Barker conta-nos, pois, a história de Harvey Swick que espera e desespera por que algo empolgante aconteça na grandiosa e parda fera que Fevereiro era. Numa noite tão monótona e seca de ritmo como as outras, eis que surge Rictus, um estranho para a criança de dez anos, mas portador de uma proposta irresistível. Era-lhe oferecida uma aventura fora deste mundo. Tentado com esta fuga à melancolia que imperava na sua vida, Harvey decide arriscar, descobrindo uma casa secreta, mágica e única, onde todos os seus desejos e sonhos são tornados realidade.

É, contudo, neste local assombrosamente mágico, onde todos os dias é Primavera, Verão, Outono e Inverno e se comem as coisas mais apetecíveis do mundo inteiro - sem restrições -, que Harvey vai conhecer e enfrentar a ilusão da felicidade, bem como todos aqueles que lhe dão forma.

Apesar da escassez de novidade no já conhecido mundo imaginário, onde magia negra e bizarria caminham lado a lado - aquele a que Neil Gaiman e Tim Burton já nos habituaram tão bem -, O Ladrão da Eternidade consegue tornar-se aquela história que todos querem ler ou ouvir. Não podia, aliás, estar mais de acordo com a indicação do Miami Herald de que esta obra se faz acompanhar: uma história que implora ser lida em voz alta. Nem mais.

Enquanto desfolhava as páginas desta encantadora fábula, dava por mim, involuntariamen te, a recorrer à arte mímica e a imitar o relato teatral feito por Clive Barker. Se assim o era, imaginar ler as aventuras de Harvey Swick em voz alta, para um público jovem e inocente, era como sentir que havia encontrado o grande propósito desta obra de Clive Barker. Trata-se, efectivamente, de um livro para se ler dramaticamente para os outros, com expressões faciais, gestos e entoações de voz característicos daquele universo imaginário do autor. Feito isto, o público terá na frente uma das histórias mais empolgantes e inspiradoras de sempre.

Para seguir no blogue Segredo dos Livros.
http://www.segredodoslivros.com/sugestoes-de-leitura/o-ladrao-da-eternidade.html

Offline Ammar Ibn Khairin

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #33 em: Novembro 16, 2011, 16:42:20 pm »
 Ladrão da Eternidade - Crítica no blogue As Histórias de Elphaba
 

Uma história recheada de inocência pueril com a capacidade de levar adultos a viajar na ambiguidade das mais doces recordações e pesadelos inimagináveis.

Existem livros que são especiais, pela forma como narram a história ou pelas suas personagens, O Ladrão de Eternidade, sem dúvida, que conquistará muitos leitores pela sua narrativa que nos embala e enlaça num universo de sonhos e magia, mas que no entanto, desde a primeira página, nos dá a certeza que nos encontramos perante a ilusão de felicidade.

Esta foi a minha primeira leitura de Clive Barker, não sendo no entanto a primeira vez que ouvi falar deste autor, mestre na arte de narrar as fantasias mais sombrias levando-vos, neste seu livro, a percorrer os caminhos mais perversos devidos aos desejos mais ingénuos.

Com uma excelente introdução de David Soares é fácil prever, sentir, que todo o cenário de alusão ao maravilhoso que compõe esta obra apenas serve de premonição para a angústia que mais tarde o leitor é levado a sentir.
Começamos a nossa história algures em Fevereiro através dos olhos de uma criança, Harvey, que apenas desejava poder divertir-se, desejava que o tempo invernoso e desagradável que teimava em manter-se se fosse embora depressa pois ele sabe, ele tinha a certeza com todas as certezas que os seus dez anos lhe davam, que se não se divertir-se um pouco iria morrer...
Quem nunca o desejou?

Esta é raiz de uma magnífica narrativa, que encantará um público muito diversificado, sobre o poder de desejar de uma criança, altura em que todos os sonhos são possíveis de realizar e onde o infinito está a uma brincadeira de ser alcançado.
Harvey desejou divertir-se e o seu desejo-lhe foi-lhe concedido levando o leitor para um universo mágico, paralelo, tão perto e tão longe da mamã do nosso protagonista onde este pôde brincar dia após dia, noite após noite sem regras e com tudo ao alcance de um desejo.

Tendo a casa do Senhor Hood, uma casa de desejos e divertimentos infindáveis, como pano de fundo são abertas as portas para cenários e descrições sedutoras onde escoa perante o leitor a delícia de doces sem fim, a maravilha das estações do ano e todas as brincadeiras que sempre desejamos realizar, bem como, uma luz de presença, o aterrador sentimento, de que tudo é demasiado perfeito e não poderá haver tamanha beleza sem um reverso.

Fundamentais, as personagens secundárias desta história, são o primeiro fio condutor para a obscuridade escondida em torno do domínio do maravilhoso e esta obra está recheada de muitas tipicamente enquadradas no género, temos vilões mágicos mas nem sempre dotados de grande inteligência, o "melhor" amigo perturbador, uma velhinha que aquece o coração e ainda a amiga repleta de doçura perdida que transborda tristeza num local onde o sorriso deveria ser obrigatório, intervenientes que fazem, sem dúvida, toda a diferença e alinhavam esta história quase perfeita do "Era uma vez..." para gente grande.

As emoções transmitidas ao leitor são ambíguas, seja a luz permanente que é rodeada de sombras, ou a alegria extrema que prevê uma conclusão aterradora, tudo isto contribui de forma magnífica para prender o leitor numa terra de sonhos perdidos e onde a passagem do tempo é perfeita e inegavelmente fascinante.

Uma história realmente mágica que só está completa devido à escrita de Clive Barker, com uma lírica suave que pretende criar um paradigma com as histórias de encantar de todos nós. A fluidez do texto faz com que se conclua a leitura em poucas horas mas tenho a certeza que vos deixará a reflectir por muitas mais.

Um livro que só poderia pertencer à Colecção BANG, com a assinatura do Grupo Saída de Emergência, sempre preocupados em inovar e trazer o que de melhor se publica no género fantástico que mais uma vez surpreende pela positiva.

Para seguir no blogue As Histórias de Elphaba
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Offline RaquelCollin

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #34 em: Dezembro 04, 2011, 20:24:49 pm »
a minha :)

Em O ladrão da eternidade é contada a história do pequeno Harvey Swick que tem o desejo que algo aconteça na “grandiosa e parda fera que Fevereiro era”.
E assim é visitado por Rictus, uma pessoa estranha que o visita e lhe faz uma proposta em que ele, indo com Rictus, fosse para a casa de Férias, onde teria diversão nunca acaba, mesmo nos dias cinzentos e tristes. Estando ele completamente aborrecido com os dias, decide aceitar o convite, descobrindo assim uma casa onde tudo era possível, e onde os seus desejos se tornam realidade. E onde por incrível que pareça é Primavera, onde o sol queima.
E assim Harvey conhece o mundo onde tudo é possível e tudo lhe agrada, com excepção de um lago que nada tem a ver com o resto da casa, é preto e tem peixes gigantes e com ares horríveis.
No entanto é neste local que vai descobrir do que tudo é realmente feito e de como se constroem as coisas, enfrentando a ilusão do que é a felicidade.
Este livro é como se se tratasse de uma fábula, que se deveria ler as crianças, e aos adultos também, ensinando que quem tudo quer, tudo perde. E é realmente fantástico que assim o seja. Um livro que devemos mesmo perde umas horinhas com ele.
A ler: http://www.goodreads.com/RaquelCollin
website: www.raquelcollin.wordpress.com
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Offline Victan

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #35 em: Dezembro 06, 2011, 05:00:30 am »
Não sei se é o melhor local para colocar esta questão mas há mais Clive Barker nos planos da SdE?
Este título não me conquistou mas há vários deste autor que gostaria de ver traduzidos.

Offline Queen_of_the_Darkness

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #36 em: Dezembro 30, 2011, 10:29:23 am »
Ora este livro revelou-se uma grande surpresa para mim, pois simplesmente adorei-o! Quando o vi e li a sinopse, tinha-me deixado minimamente curiosa, mas na verdade, nada por aí além.
Felizmente uma das minhas manas resolveu oferecer-mo este Natal (com a bela capinha amarela do Verão, mês do meu aniversário  :P) e por ser pequenito resolvi "lançar-me" a ele pouco tempo depois.

É uma obra repleta de pequenas grandes lições, que nos faz pensar um pouco na vida e no tempo que não deve ser desperdiçado.
Mesmo tendo um ar mais juvenil aborda algumas questões interessantes e gostei imenso. Muito bom mesmo!  :)

Offline Fernando Pinheiro

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #37 em: Fevereiro 13, 2012, 05:41:07 am »
Seria interessante que a SdE aposta-se no resto da obra de Clive Barker.  Ele têm histórias de terror que iriam assustar o próprio David Soares e Stephen King.  8)
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Offline RuiBaptista

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #38 em: Fevereiro 13, 2012, 06:52:02 am »
Tenho a certeza que ambos já leram Clive Barker e, inclusive, são fãs dos autor. O próprio David Soares traduziu O Ladrão da Eternidade.

PS. Eu sou grande fã dos três autores :)

Offline Fernando Pinheiro

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #39 em: Fevereiro 14, 2012, 00:41:25 am »
Tenho a certeza que ambos já leram Clive Barker e, inclusive, são fãs dos autor. O próprio David Soares traduziu O Ladrão da Eternidade.

PS. Eu sou grande fã dos três autores :)

Consigo imaginar o David Soares a traduzir com a mesa cheia de velas e o quarto às escuras.  :P

Também gosto muito destes autores. Juntamente com Lovecraft, Poe e Matheson. E também tenho um interesse em Ray Bradbury.
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Offline rui278

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #40 em: Maio 28, 2012, 21:20:33 pm »
Finalmente li este livro.

Durante a primeira metade o livro pareceu-me completamente normal. Não era mau, mas tb não era genial.

O final, pelo contrario foi uma surpresa! Uma completa delicia que me prendeu nas ultimas 70-100 paginas! Gostei muito do final, e acho que fez completamente o livro.

Gostei e recomendo, nem que seja pelo final maravilhoso!
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Offline ruiramos

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #41 em: Maio 28, 2012, 21:32:03 pm »
Finalmente li este livro.

Durante a primeira metade o livro pareceu-me completamente normal. Não era mau, mas tb não era genial.

O final, pelo contrario foi uma surpresa! Uma completa delicia que me prendeu nas ultimas 70-100 paginas! Gostei muito do final, e acho que fez completamente o livro.

Gostei e recomendo, nem que seja pelo final maravilhoso!

hmmm... dá para saltar logo para o final?  ;D

Offline Smirlah

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #42 em: Maio 28, 2012, 21:50:04 pm »
O final, pelo contrario foi uma surpresa! Uma completa delicia que me prendeu nas ultimas 70-100 paginas! Gostei muito do final, e acho que fez completamente o livro.

A sério? Não me lembro de o final ser uma surpresa... A que parte te referes?

Offline rui278

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #43 em: Maio 28, 2012, 22:48:24 pm »
O final, pelo contrario foi uma surpresa! Uma completa delicia que me prendeu nas ultimas 70-100 paginas! Gostei muito do final, e acho que fez completamente o livro.

A sério? Não me lembro de o final ser uma surpresa... A que parte te referes?

O final não surpreende. era um pouco obvio o que ia acontecer. Simplesmente acho que foi muito bem conseguido. Foi bem escrito, com bom ritmo e, ainda que com final previsivel, foi bem desenvolvido. E uma daqueles feel-good-endings, mas ao mesmo tempo também tem um tom um bocado mais dark, mas também bem conseguido com uma "moral/explicação/pensamento" por detras da personagem principal e da historia, que gostei. O que me surpreendeu foi a qualidade do final tendo em conta o resto do livro que foi um pouco mais que normal, em termos de qualidade.
« Última modificação: Maio 28, 2012, 22:51:27 pm por rui278 »
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Offline Smirlah

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Re: O Ladrão da Eternidade de Clive Barker
« Responder #44 em: Maio 28, 2012, 23:05:54 pm »
O final, pelo contrario foi uma surpresa! Uma completa delicia que me prendeu nas ultimas 70-100 paginas! Gostei muito do final, e acho que fez completamente o livro.

A sério? Não me lembro de o final ser uma surpresa... A que parte te referes?

O final não surpreende. era um pouco obvio o que ia acontecer. Simplesmente acho que foi muito bem conseguido. Foi bem escrito, com bom ritmo e, ainda que com final previsivel, foi bem desenvolvido. E uma daqueles feel-good-endings, mas ao mesmo tempo também tem um tom um bocado mais dark, mas também bem conseguido com uma "moral/explicação/pensamento" por detras da personagem principal e da historia, que gostei. O que me surpreendeu foi a qualidade do final tendo em conta o resto do livro que foi um pouco mais que normal, em termos de qualidade.
Ah ok. Assim já percebo e compreendo o sentimento. Também achei que o final embora previsível estivesse bem conseguido.