Autor Tópico: A Luz Miserável  (Lida 9493 vezes)

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Offline tangerina

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Re: A Luz Miserável
« Responder #15 em: Dezembro 22, 2010, 19:02:39 pm »
Ou se calhar  o livro já arejou o suficiente ;D

opção 5: eu sou muito sensível a cheiros... quem sabe o odor nem é assim tão forte, eu é que sou esquisita ::)

Nah companheira, muita gente se queixa do mesmo, não és a única.

Obrigada! Já fico mais descansada. Afinal não ando aqui a difamar o livro ;D
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Offline ruiramos

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Re: A Luz Miserável
« Responder #16 em: Dezembro 22, 2010, 19:15:18 pm »
Não é difamação.

Não sabes que o David planeou tudo? O cheiro faz parte do livro.

Cheiro, páginas negras e leitura tenebrosa, quando te apercebes o texto materializa-se à tua frente e já não distingues fantasia da realidade.

É um conceito genial e inédito! ;)

Não é para todos, meus caros. ;D

Foi isso que tinha dito noutro tópico (mais ou menos, mas pelos vistos não leste).

Por isso, cara Tangerina, descansa, ninguém vai pensar que tens olfacto sensível ou que promoves uma cabala difamatória contra este livro em particular.

Offline Madahtahi

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Re: A Luz Miserável
« Responder #17 em: Dezembro 22, 2010, 23:04:32 pm »
acho que estou a perder grande parte da experiência... assim sendo, vou ver se dá para trocar o livro por um realmente fedorento...
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Offline ruiramos

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Re: A Luz Miserável
« Responder #18 em: Dezembro 23, 2010, 01:19:37 am »
acho que estou a perder grande parte da experiência... assim sendo, vou ver se dá para trocar o livro por um realmente fedorento...

Força com isso companheiro! ;)

Offline Safaa_Dib

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Re: A Luz Miserável
« Responder #19 em: Dezembro 23, 2010, 23:42:10 pm »
oh pah, mas será que só o meu livro é que não trazia cheiro nenhum especial? é que tenho-me fartado de cheirar aquilo e não me cheira a nada de especial...

Quando o livro foi apresentado no Fórum Fantástico tinha saído muito recentemente da gráfica, daí o cheiro da tinta preta se destacar, uma característica que foi muito falada na altura da saída deste livro. E o próprio autor até brincou com isso na altura. ;)

Mas é natural que com a passagem do tempo, e já se passaram uns 2 meses, o cheiro se desvaneça. :)
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Offline Madahtahi

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Re: A Luz Miserável
« Responder #20 em: Dezembro 24, 2010, 02:07:33 am »
ah afinal não era nenhuma inovação manhosa... era só cheiro da tinta...  Eu comprei logo na semana seguinte ao lançamento mas realmente não cheirou a nada especial.
 
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Offline ruiramos

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Re: A Luz Miserável
« Responder #21 em: Dezembro 24, 2010, 02:55:19 am »
Desculpa se te induzi em erro, pensei que fosse óbvio que estava a brincar.

Simplesmente aproveitei uma menor valia do livro (o cheiro) para lhe dar uma componente mais... misteriosa. ;)

Um mundo sem mistérios não tem grande graça.

Como a explicação da tinta, não tem encanto nem mistério. ;)

Seja como for toda esta história da tinta, cheiro, e incapacidade tua de senti-lo deu-me uma ideia para um conto ;)

Offline Fiacha

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Re: A Luz Miserável
« Responder #22 em: Dezembro 31, 2010, 22:11:03 pm »
A Luz Miserável - Crítica no blogue O Papiro de Seshat


Classificar de "mestre" alguém cuja carreira está ainda no início (ou assim se espera), poderá parecer exagero, mas à medida que as suas linhas se multiplicam, a distância entre David Soares e Lovecraft, Machen ou Poe torna-se meramente cronológica. "A Luz Miserável" vê o regresso de David Soares aos contos curtos para nos dar mais uma dessas procissões do grotesco e do inesperado que o autor Liboeta tão bem sabe conduzir. No seu imaginário o mundo banal é povoado por criaturas que se assemelham a tratados de exobiologia, inusitadas e terríficas, cujo encontro com os incautos personagens tem frequentemente resultados de gelar o sangue. A capacidade de David Soares para tirar da sua cartola de horrores o surpreendente e assustador, tecendo-os com uma malha de credibilidade bastante coesa, está bem patente em "A Luz Miserável", que consegue tirar-nos o tapete de debaixo dos pés com admirável facilidade para nos manter constantemente em tensão. As surpreendentes bizarrias destas negras páginas têm sempre o realce acutilante do desprendimento, até frieza, com que são descritas, integrando o perfeitamente malévolo no que parece um inofensivo quotidiano. O modo de pensar de David Soares é claramente "fora da caixa", pouco convencional, imprevisível até, mas a narrativa nunca perde o norte e fantasia mescla-se perfeitamente com realidade, criando estes mundos improváveis mas nada irrealistas, habilmente tecidos e onde as escassas páginas nunca deixam de ter espaço para mais uma reviravolta no enredo. "A Luz Miserável" embebe o leitor em cenários de expressivo terror, para lhe deixar o cheiro a sangue fresco nas narinas e imagens de pesadelo na mente, afirmando-se como mais um expoente na literatura de horror de que David Soares se tem revelado um incontornável pilar. Excelente.

Para seguir no blogue O Papiro de Seshat.

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Offline Fiacha

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Re: A Luz Miserável
« Responder #23 em: Março 01, 2011, 05:00:37 am »
A Luz Miserável - Crítica no blogue Porta viii

 

A hora ou a altura do dia é indiferente. Onde reina a música da perpétua escuridão e o tempo não corre esses artifícios humanos são uma natural anedota. O local é uma gruta que possuía uma viscosidade agradável e que transpirava uma doce podridão admirada por muitos, mas que exigia um laborioso trabalho de manutenção. E nem todos os horrores estavam com disposição para comer humanos numa dieta regular, expelir excrementos de alma e cuidar durante séculos desse perpétuo jardim de bosta anímica. A maior parte deles degustavam um humano por diversas décadas enquanto palitavam animais. Por isso quando foram liminarmente convocados por #$%&$%# (nome impronunciável, mas que pode ser chamado de ‘o portador da luz’) ocorreram de bom grado para beberem dos seculares, bafientos, abomináveis cheiros da sua residência.

“Obrigado pela vossa pestilenta presença”, disse #$%&$%# – ditatorial líder dos mundos horrendos – sem qualquer esforço verbal para a massa amorfa de horrendos que enchia a enorme gruta; a sua enorme bocarra possuidora de uma garganta afunilada facilitava o arrojar de palavras, de gritos sibilinos a longas distâncias, e a sucção de qualquer corpo etéreo ou carnal para um dos seus 32 estômagos – o VIII estômago era o seu preferido; aí a maceração de qualquer alma permitia obter um excremento baunilhado. “O motivo que me levou a solicitar a vossa presença de forma tão inusitada é o atrevimento do David Soares em lançar um inclassificável livro de horror? demasiado real. Ele inocentemente rotula-o de horror, mas todos nós sabemos o quanto ele se aproximou da nossa verdade. Ele não tem apenas uma imaginação fértil, tem uma perspicácia para o fantástico realmente assustadora.”

“ABAIXO O DAVID SOARES”, gritaram em divina unidade os horrendos. #$%&$%# deixou apenas por breves instantes que a massa pensasse que tinha uma opinião relevante enquanto um dos seus braços – tentáculos? – usava um coto de um homem para coçar o seu sexo sempre tumescente porque logo entoou um “BASTAAAAAAAAAAA” que silenciou os horrendos. “Com os zombies, os anjos, os vampiros e outras vulgares bichezas ainda temos tido paciência porque nos divertem – um pouco – e permitem manter afastadas as atenções dos nossos macabros, mas necessários, propósitos. O que seria a humanidade sem um pouco de saudável horror. Agora este David Soares com estes contos está a substituir-se a nós. O horror é apenas nosso. Só nosso. Mas em apenas três contos, em 122 páginas, temos histórias que nos tratam fielmente. Alguns poderão pensar ‘ah! 122 páginas, isso não é nada’, mas eu em boa verdade vos digo que ele em 122 páginas faz mais estragos que muito dito escritor em 956 páginas. São histórias visuais que se desenrolam sem gaguejos. Não deixa pontas soltas. Assuntos inacabados? Nem pensar. As personagens e os ambientes claustrofóbicos incomodam pela crueza do horror retratado. E quando se incomoda, também se fascina; ele faz-nos sentir atraídos pelo horror. NÃO QUERO QUE AS PESSOAS SEJAM MARIPOSAS PERANTE O HORROR ESCRITO PELO DAVID SOARES.” Nesta fase do discurso #$%&$%# parou para avaliar o resultado das suas palavras. Ameaças soltas começaram a ser ouvidas aqui e acolá. “Eu fico com um braço.” “Para mim a língua.” “Para mim o resto.”

#$%&$%# decidido a acalmar os horrendos sequiosos por um pedaço do escritor arrotou um sonoro e bafiento “CALEEEM-SE.” “O que mais me aborrece é que quando nós sairmos à rua o que sobra? NADA! Depois de 122 páginas nada será como antes. Nós deixaremos de ser o horror porque as palavras de ‘David Soares’ serão a nova bitola para o definir. O que mais me aborrece é que ele ainda tem a presunção de oferecer a cada novo halloween um novo livro de horror. O que me aborrece é que ele não deixou nada ao acaso…”

“VAMOS A ELE”, interrompeu a turba ignorante. #$%&$%# aborrecido por mais uma interrupção sorveu e arrotou sem dificuldade um horrendo perto de si e as hostes transformaram-se magicamente num mar de tranquilidade. “Até o grafismo do livro foi cuidadosamente pensado”, continuou #$%&$%#, “Cor vermelha – sangue – na capa. As letras a branco sobre um fundo totalmente preto – escuridão – dão ao livro um cheiro característico. O livro vive com uma identidade própria na mão dos leitores; mais uma cuspidela inconsciente ou não, para mim isso é irrelevante, nos defensores dos ebooks. A originalidade do ‘Rei Assobio’ é tão saudavelmente doentia que não deixará ninguém apático – se alguém ficar apático é de choque.”

“Só temos uma saída de emergência e não é traga-lo”, prosseguiu #$%&$%#, “porque quem domina o horror com aquela mestria está imune a qualquer um de nós. Por isso só nos resta uma alternativa comprar todo e qualquer exemplar d ‘A Luz Miserável’ antes que mais humanos o comprem. O HORROR TEM DE SER NOSSO MAIS UMA VEZ”, terminou #$%&$%#. “Sabem o que têm a fazer.”

Magicamente uns – o sempre delicioso efeito ‘puf’ -, outros aos tropeções, os horrendos foram esvaziando a gruta em direcção às livrarias. E pela primeira vez em séculos os horrorosos horrendos deixaram de ser o horror no halloween.

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Offline Magnus

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Re: A Luz Miserável
« Responder #24 em: Abril 05, 2011, 07:38:18 am »
Li o livro este fim de semana, num "tirinho" e com apenas 122 paginas não será difícil perceber porquê.
Este livro marca o regresso do David aos contos depois de quase 5 anos.
O livro em si é um objecto que revela um grande cuidado com a imagem, com as suas folhas negras e letras brancas, ao contrario do que é normal, o que faz com o livro tenha uma aura maior, mas vamos lá a minha opinião do seu conteúdo:


A Sombra sem Ninguém

O primeiro conto é para mim o mais fraco deste trio. Passado na Austrália, numa cenário apelidado de exótico, um exotismo que nunca consegui sentir, este conto peca por não conseguir uma união coerente de todos os elementos que o compõem. Nunca cheguei a entender onde queria chegar e no final fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa para dar sentido ao que tinha lido. Faltou uma reviravolta final que lhe desse sentido.


A Luz Miserável

O melhor conto, por alguma razão se costuma dizer que a virtude está no meio. Neste conto o David mostra estar no seu meio. Tem todos os elementos que levaram o David a ser reconhecido como hoje o é. É um conto como deve ser, conciso, sem ponta soltas ou palha para encher espaço, apenas a historia e nada mais que possa eventualmente distrair. Deu-me verdadeiro prazer lê-lo.   


Rei Assobio

O ultimo fica a meio do pódio, poderia ter sido melhor, os elementos estão lá todos, mas...
O inicio é auspicioso, mas lá para o meio parece que o David  divaga para de repente retomar o fio a meada de um modo em que não se entende o objectivo pois não trás nada de novo à historia, quase que parece que está só a encher.
Salva-se o final novamente digo de quem o escreveu e em que o autor volta a mostrar porque é o incontestável Rei da Fantasia e Horror em Portugal.


Em resumo um bom livro, especialmente se, como eu, gostaram dos outro livros de contos do David, apesar de apenas com três contos saber a pouco, mas como ele já afirmou que pretende passar a escrever um livro de contos por ano, pelo sabemos que não teremos de esperar tanto tempo como da ultimas vez.
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Offline Fiacha

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Re: A Luz Miserável
« Responder #25 em: Abril 07, 2011, 03:40:55 am »
A Luz Miserável- Crítica no blogue Páginas Desfolhadas

 

Antes de submergir na escuridão dos contos de "A Luz Miserável", justifica-se um breve comentário sobre a apresentação do livro.

Em cima, podem ver a ilustração escolhida para a capa, que não deixa dúvidas em relação ao interior do livro e que está carregada de um magnetismo semelhante ao que nos cola ao sofá durante um filme de terror. Outro pormenor: o livro foi impresso em páginas pretas. Apesar de me ter parecido desnecessário à primeira vista, rendi-me ao efeito causado. As cenas que fui construindo na minha mente já nasciam sobre um fundo negro, despertando as trevas sobre a narrativa!

Relutantemente, mergulhei na infernal e pormenorizada imaginação de David Soares...

O primeiro conto prepara-nos para os seguintes, decorrendo num ritmo mais calmo, apresenta-nos um caso curioso de forma bem credível e com um final brilhante.
No segundo, que dá título ao livro, já precisarão de um pouco mais de preparação mental. Preparem-se para cenas de violência e terror, descritas com uma precisão que nunca seria atingível num ecrã, apenas a fértil imaginação do leitor guiada pela mão hábil de David Soares é capaz de tornar tão vivas (mortas) as palavras. Mais uma vez, o conto culmina de forma perfeita.
E sobra o conto mais longo para o final. Antes dos monstros fantasiosos que surgirão na história, iremos descobrir como pode ser assombrada toda uma vida por simples episódios da infância. O horror em carne e osso mistura-se com a fantasia, enquanto o sangue é lenta e brutalmente derramado pelas páginas.

"A Luz Miserável", muito mais do que um livro de contos, é uma experiência visceral, emoções em bruto que se soltam com o virar das páginas.

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Offline Puky

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Re: A Luz Miserável
« Responder #26 em: Maio 04, 2011, 08:11:50 am »
oh pah, mas será que só o meu livro é que não trazia cheiro nenhum especial? é que tenho-me fartado de cheirar aquilo e não me cheira a nada de especial...

Quando o livro foi apresentado no Fórum Fantástico tinha saído muito recentemente da gráfica, daí o cheiro da tinta preta se destacar, uma característica que foi muito falada na altura da saída deste livro. E o próprio autor até brincou com isso na altura. ;)

Mas é natural que com a passagem do tempo, e já se passaram uns 2 meses, o cheiro se desvaneça. :)

Comprei o meu ontem, e senti logo o cheirinho mal o abri nos transportes para o ler . Fiquei maravilhada  ::)


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Offline tangerina

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Re: A Luz Miserável
« Responder #27 em: Maio 04, 2011, 20:08:10 pm »
Maravilhada com cheiro a tinta?   :o
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Offline Puky

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Re: A Luz Miserável
« Responder #28 em: Maio 04, 2011, 21:10:29 pm »
Maravilhada com cheiro a tinta?   :o

Tão maravilhada que nos dois dias que o li fiquei com enormes dores de cabeça  :-\


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Offline seifer

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Re: A Luz Miserável
« Responder #29 em: Outubro 21, 2011, 17:52:28 pm »
Encontrei mais uma crítica deste livro e decidi partilhar porque achei interessante.

http://lerycriticar.blogspot.com/2011/10/luz-miseravel.html

Estou a pensar ler o livro.