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Mensagens - Martin Braun

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Livros publicados / Re: A Saga de Alex 9
« em: Março 20, 2015, 00:48:15 am »
Obrigado, Fernando! Estou entusiasmado! Abraço!

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Livros publicados / Re: A Saga de Alex 9
« em: Fevereiro 08, 2015, 14:43:33 pm »
Fernando, está na calha e está a correr bem. Talvez em breve vos possa dar um cheirinho. Olha, não: vou dar agora - atenção que a Saída de Emergência ainda não se comprometeu com este (naturalmente, pois ainda não o apresentei). Este é um cheirinho em primeira mão e correndo o risco de ser indecente:

«Era uma vez, numa galáxia muito, muito longe…

   O Kaptin Worf Tinnzer saiu do barulhento vapor-kart e os seus olhos azuis poisaram na porta do elevador militar. Um guarda vestido de cabedal negro com uma pistola-metralhadora PP5 debaixo do braço esperava ali por ele. Ilpe, o seu motorista, tirou a bagagem do kart e carregou-a para o compartimento de carga. Devia ter-se identificado ao guarda, mas o homem não fez qualquer movimento para o impedir. Simplesmente cuspiu no chão e resmungou um par de injúrias. Sabia quem eles eram.
   Worf levou algum fumo aos pulmões e depois atirou com a beata do cigarro para o chão poeirento, pisando-a. Coçou a cara. Tinha-se barbeado. Já se barbeava há alguns dias. Quase que se tinha habituado a isso, na verdade. Uma vez no Espaço sabia que pararia. Não se barbearia durante semanas, sabia-o. Ninguém se barbeava no serviço, normalmente. Na Styllemarinne. Era um serviço de elite. Ao contrário de qualquer outro na Riggsmarinne, a feroz Marinha Espacial da República de Axx. Os Barcos Silenciosos, ou Styllebuutz, viajavam pelo espaço profundo por períodos muito mais alargados do que a maioria dos navios, fornecidos no vazio por navios especiais, comerciantes piratas, mercadores ocasionais ou postos avançados isolados, e por isso faziam o possível para pouparem todos os recursos durante muito tempo. E o recurso mais precioso era a água. Por isso, não se barbavam. Não havia água para isso. A certa altura, o Addmiralis tinha tentado introduzir no serviço máquinas de barbear a seco, mas ninguém realmente as usava. Tinha-se tornado uma questão de honra, a insígnia dos bravos, a famosa barba dos Styllemarinners. Também não se lavavam, por isso após um dia ou dois haveria este característico odor omnipresente. Tão omnipresente, na verdade, que deixariam de reparar nele.
   Ilpe voltou a buscá-lo, para o levar para o elevador. Pararam à porta.
   - Partirá dentro de 3 minutos, Ver-Kaptin.
   Worf apertou-lhe a mão.
   - Obrigado, Ilpe. Tem cuidado contigo.
   - Obrigado, senhor. Tenha uma boa viagem.
   Worf sorriu e fez continência à continência dele. Depois virou-se para o guarda armado e respondeu à sua continência apresentando a carta de trânsito. Finalmente, entrou no elevador. Sentou-se numa cadeira no compartimento fechado e em breve estava em andamento.
   Dentro de 15 minutos estaria no espaço-porto. Pensou na sua mulher, Sondra, e no seu pequeno filho, Worf. Esperava que ficassem bem. Estavam longe de qualquer alvo importante, lá em baixo no castelo, a casa milenária da família no meio da floresta. O mais seguro que podiam estar. A paz não duraria, ele sabia. E quando os voltasse a ver, já estariam em guerra, certamente. Com sorte, uma guerra curta o suficiente para que Worf Junior nunca tenha que combater. Porque seria um combate duro. Talvez até o último combate. A última guerra. Talvez até… Com sorte.
*
   - Bem-vindo de volta, Ver-Kaptin.
   Lüivettenand Urster fez-lhe um largo sorriso. Worf apertou-lhe a mão.
   - Como estás, Urster?
   - Perfeito, meu capitão. Entusiasmado.
   Urster conduziu-o através dos corredores do espaço-porto militar UZ89, o centro principal da Styllemarinne na região.
   - E como está ele?
 Urster continuou a sorrir.
- O melhor possível, meu capitão.
- Já chegou toda a gente?
- Toda a gente a postos, meu capitão. E estamos completamente carregados. Sem qualquer incidente.
- Bem, isso é a primeira vez. – Ao se aproximarem das docas, Worf colocou o quépi na cabeça. – Parece que o Addmiralis puxou uns cordelinhos, hem?
- O que quer que tenha sido, meu capitão, funcionou. – Urster estava luminoso. – E não somos só nós.
- Ah, sim?
A última porta pressurizada abriu-se e passaram para a grande câmara das docas interiores. Um olhar de surpresa encheu os olhos de Worf Tinnzer. Era impressionante. Estavam ali pelo menos 15 navios. Um terço da frota. 15 esguios, negros, mortíferos styllebuutz. A doca estava completamente cheia. E as luzes verdes nos portos mostravam que pelo menos 10 estavam prontos a partir.
- Está a acontecer, Urster.
- Sim, senhor. Está a acontecer.
A Styllemarine ia para a guerra.
»

Abs!!

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Livros publicados / Re: A Saga de Alex 9
« em: Julho 11, 2014, 14:42:38 pm »
Cara Riona,

Fico muito contente que tenhas gostado. Foi uma das melhores críticas que a Alex já recebeu e fiquei mesmo muito contente! Espero conseguir dar-te mais e melhor no futuro.

Um grande abraço,
Bruno

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Livros publicados / Re: A Saga de Alex 9
« em: Julho 02, 2014, 15:19:21 pm »
Boa, Riona! Fico à espera do teu feedback!

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Cá estou de novo, desculpem a demora!

Ainda bem que gostaram do Jik nestas últimas fases. Tentei sempre harmonizar a tenra idade que ele tem com as responsabilidades que carrega. Apesar da sua força, Jik continua a ter 12 anos. O que implica cansar-se mais depressa (quando entra em Irulyn, por exemplo, o cansaço leva-o a respostas ríspidas, que ele depois percebe serem demasiado), leva a que não veja as consequências de tudo (daí a cena no Conselho das Tribos), etc. Mas depois até tem sorte e as coisas correm-lhe bem. Aliás, de uma forma geral, tentei que os diálogos fossem fiéis às idades das personagens, o que nem sempre acontece, mas, para algumas pessoas, parece ter tornado alguns diálogos irrealistas ou pobres... vá-se lá entender...´

Relativamente à decisão de Dael de desmontar, há que ter isto em atenção: os cavaleiros medievais eram como os tanques de hoje em dia - a sua força era a carga que era devastadora. Enquanto que até aí os cavaleiros não podiam carregar com toda a força porque não usavam estribos e não conseguiam apoiar-se no cavalo (o que levava a uma supremacia da infantaria), depois da invenção dos estribos e da cavalaria pesada, o cavalo dava uma vantagem soberba a um cavaleiro. Acho engraçadas as ideias que vos vieram quando a desmontar, mas, como percebem, não deverá ter sido uma decisão fácil para Dael.

Vamos lá então às questões:

- Qual a estratégia de Wa-Tsu? Fica no segredo dos deuses... Na verdade, a possibilidade de Wa-Tsu ter uma estratégia para derrotar Dael veio-me à última hora, achei que seria divertido. Especialmente porque assim o Bispo Serkatic, mais uma vez, derrota-se a si próprio. O Serkatic é uma personagem que me leva sempre às gargalhadas, confesso. É irritante, arrogante, pensa que é mais esperto que os outros, mas depois faz exatamente o necessário para que tudo lhe corra mal. Pode ser que se dê bem no Império Tshiu...

- A câmara de hibernação dos bruxos estará algures na capital, no Palácio Negro que os feiticeiros mandaram construir; a de Pierre e Kaoru provavelmente encontra-se no Palácio Branco das Tribos ou por perto. Quem sabe mais tarde se falará do assunto...

-Sanjuro tinha de ter cuidado relativamente ao portal, pois não poderia correr o risco de dar indicações ao inimigo da localização da Segunda Terra, claro! Sanjuro, voltando para a Terra, não terá dificuldades em derrotar uma FedAFC sem Leo Cesar.

- Quanto às restantes perguntas, sabem tanto quanto eu ;-) Como sabem, na minha cabeça ainda está outra trilogia... mas se vai acontecer ou não, não depende só de mim.

- Sim, P7, a Alex é uma espécie de avó+mãe adoptiva de Jik :-) As voltas que o mundo dá...

Muito obrigado por esta leitura conjunta que foi uma experiência muito especial. Por favor digam-me o que posso fazer para vos compensar deste prazer tão grande que me deram, de acompanhar a vossa leitura. Algum segredo que queriam conhecer? Alguma coisa que queiram saber? Posso dar-vos um texto qualquer especial, talvez? Algum momento do livro que gostassem de ler de uma perspectiva diferente? Estou à vossa disposição.

Abraços!

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Ok, desculpem-me a ausência, mas tenho estado a usar todos os momentos livres para escrever de novo. Não escrevia uma linha desde Março, por isso espero que compreendam o meu entusiasmo.

Gosto bastante da entrevista de recrutamento da Alex, Dp_. É um momento em que a Alex está mesmo vulnerável, sem saber o que fazer. Acho que ela entraria em pânico se não a tivessem permitido assinar o contrato com a Takahashi. O que faria ela com a sua vida, então?

Não consegui dar mais protagonismo aos Guardas Vermelhos, P7. Simplesmente não dava em lado nenhum, teria tornado o texto ainda mais difuso. Talvez para a próxima...?

Já vos digo mais coisas na 6ªfase...

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Ótima exposição, P7! Segues muito de perto as questões que eu quis colocar e isso agrada-me imenso! Na verdade, a parte do ovo é um flashback, não um flashforward, pois acontece na juventude de Sanjuro. Mas julgo que já o percebeste :-)

Também gosto da parte em que Alex se mostra um tanto vulnerável.

Quanto aos Guardas Vermelhos, suponho que os Irmãos de Sangue os têm para não se terem de chatear como muita coisa, e para se manterem seguros sem terem que mostrar a força. Não te esqueças que eles viveram muitas décadas no meio do implacável Ímpério Tshiu.

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Uma delícia, a tua apreciação, Dp! Aliás, toda esta experiência de leitura conjunta tem sido uma das melhores coisas que já passei com a Alex. É ótimo perceber o que vão sentindo nesta ou naquela cena, e as questões que se colocam a cada momento. Estou fascinado com tudo isto. No geral, as cenas que têm mencionado são também as cenas que eu gosto mais (o treino de Alex a Hert, por exemplo, ou a tirada do Anderson Smith). Muito obrigado!!

Espero também vos estar a dar coisas que de outro modo nunca conseguiria, ou que vocês não teriam acesso. Perguntem-me o que quiserem!!

Quanto à parte que falta na página 269, é só um pouco:
«- Quem sabe da sua existência?
- Ninguém. É um segredo passado de comandante do forte para comandante do forte, juntamente com a chave da porta.»

Abraços!

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Ok, vou concentrar-me nos mapas.

1-As Tribos do Sul vivem nos Vales de Pella. Podes vê-los no mapa.

2-Mornet, a capital de Remmon, está bem à direita, em linha com Remyn. A Abadia de Fremont fica entre Mornet e Gard'u Magne.

3- O Templo de Lumina fica bem a Oeste do País das Tribos do Norte, para lá do Deserto de Torya.

Espero que isto te ajude. Talvez devesse ter dado mais explicações no livro... sorry...

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Toda essa fase do Mosteiro de Orffier é, sem dúvida, uma das minhas favoritas. Também me deu muito gozo escrever toda a aproximação de Alex e Dael até ao casamento. Especialmente um momento em específico, em que parece que ela lhe vai virar as costas e... depois não.

Agrada-me muito o modo como estou a sentir que os timings das questões e respostas resultam mesmo como eu tinha imaginado. Fico muito contente. Tentei sempre passar a informação com timings muito precisos. É das coisas mais difíceis.

Quanto aos mapas, P7, peço desculpa. O mapa grande está na minha cabeça, mas não era possível pôr no livro. Que duvidas tens? Talvez te possa elucidar. Eu, quando olho para o mapa de Brodom, imagino o Palácio branco no centro da Cidade Negra um bocado a Norte do limite, em linha com Kerlyn. E Musda, por exemplo, está bem à esquerda, a Norte de Asagai, que estará em linha com a Muralha dos Impérios. Mas diz-me o que tens dúvidas e eu ajudo.

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A única dificuldade que tenho tido é a distinguir o Hilario, Bertolio, Calerio e Danterio. Acabo sempre por os confundir uns com os outros lol.

Obrigado pela apreciação, Hugo. Ainda bem que estás a gostar.

É natural que tenhas dificuldade em distinguir os archeiros, pois são pai, avô e dois filhos! A ideia era mesmo que tivessem o mesmo tipo de traços. Embora Calerio seja mais jovem e Danterio mais hábil e mais importante.

Continua na tua análise!

Adaptar ao cinema era fixe, Fernando, mas uma coisa destas custa os olhos da cara! Quem sabe daqui a uns anos!?

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Boa! É esse mesmo.  ::)

A série de Kyoto do Samurai X, em que entra o Makoto Shishio foi uma das séries mais impressionantes que já vi! Genial, mesmo!

A Alex não é o Kenshin, mas tentei dar-lhe uns pozinhos da tranquilidade de Imura, e uns pozinhos da sua simpatia. Espero que consigas vê-los  ;)

Ab!

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Olá, Fernando! Claro que é intencional!

Samurai X é a minha animé favorita, embora goste muito do Bleach, assim assim do Dragon Ball Z e seja um fã incondicional do Naruto. Existem também outras influências, como os desenhos de Kazuo Koiké: Lone Wolf and Cub e Path of the Assassin, principalmente.

E, de facto, existe um Grande Mau por cada volume, embora haja uma trama contínua e seja tudo parte da mesma intriga.

Já agora, o nome de Sanjuro também é uma homenagem. Conseguem saber a quem?

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Era isso mesmo, Rui. Era isso mesmo. Estou a contar continuar a escrever sobre este universo, sim. :-) Stay Tuned.

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Será,  rui278??  :P

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